sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Maravilhoso para mostrar o discurso de tom intimidatório e o carácter obrigatório e não-agradável da praxe

Directamente do blogue da Comissão de praxe do curso de administração pública da Universidade do Minho encontrámos isto que a seguir se transcreve:

Praxes Semana de 15 a 19 de Novembro
Caloiros,

Como estiveram 3 SEMANAS sem ter praxe, vimos informá-los que esta semana que vem vão ter praxe todos os dias inclusive na Sexta-Feira.

Isto porque já não têm que estudar e não admitimos qualquer tipo de desculpa. Estão já avisados que quem não for à praxe esta semana as consequências não vão ser as melhores, porque os doutores esforçam-se por vocês e vocês são uns ingratos, por isso que ninguém falte, estão avisados.

A praxe começa segunda feira às 8.59h no Prometeu e vamos passar lista de presenças, ficam já a saber, por isso quem for este fim de semana a casa que esteja cá na segunda feira de manha.

41 comentários:

Comissão de Praxe de A.P disse...

Antes de mais é de muito mau tom transcrever artigos que são publicados noutros blog's, sem pedir autorização aos responsáveis pelos mesmos blog's.

Em segundo lugar, somos nós, os doutores que convivemos com os nossos caloiros e não são vocês, daí nao saberem minimamente nada da nossa relação com eles.
Os caloiros que vão à praxe, vão porque querem ninguém os obriga e se alguma dúvida subsistir podem perguntar a qualquer caloiro. Pensam que matamos alguém por não ir à praxe? Se vocês são anti praxe ng tem nada a ver com isso, assim como vocês não têm nada a ver com que vai e participa nas praxes por GOSTO, porque se quer DIVERTIR, INTEGRAR E PASSAR BONS MOMENTOS.

Vocês quase de certeza que se são anti praxe não passaram por nada disto, porque se passasem saberiam bem que o discurso acima nao tem nada de intimidatorio, nem de ameaças.
Só vai à praxe quem quer, que nós não vamos buscar ninguém a casa, muito menos aos anti-praxe, se é esse o vosso problema.

Por último, NÃO ADMITIMOS QUE NOS JULGEM SEM SE QUER SABER O QUE SE PASSA, SEM NOS CONHECER E SEM SABER COMO SÃO AS NOSSAS PRAXES, POIS NUNCA TIVEMOS UMA ÚNICA RAZÃO DE QUEIXA.

Krieg disse...

Cala-te ovelha!!!

Tu, e o teu discurso típico decorado e formatado.
Não tentes defender o indefensável.

Sara Coimbra disse...

1. Por não ir à praxe não significa que não possa falar sobre ela e os seus costumes, porque senão não se poderia falar de quase nada. Além disso, quem luta contra a praxe luta contra os princípios que a suportam, que são errados. Saber aquilo em que a praxe se baseia é quanto basta para saber se é errado ou não e se se deve lutar contra ela ou não.

2. Não acho de mau tom retirar-se textos de outros blogs. Os blogs servem para partilhar informação e todo o autor de um blog sabe que qualquer pessoa poderá retirar o texto que se publica, por isso não me venham com tretas, porque se o texto e este blog fossem um elogio à praxe não estariam tão indignados.

3. Este texto foi aqui postado para que se possa ver o clima intimidatório das praxes. Os "doutores" abusam de um poder que não deveria existir. Sim, claro só vai à praxe quem quer, mas então este tom e estas ameaças não deveriam ser necessárias, pois não? Os "doutores" colocam-se num patamar acima dos "caloiros" e, como tal, sentem necessidade de "mostrar quem manda".Simplesmente, triste...

Um abraço

catia disse...

Pois bem, eu fui caloira de AP, e tenho a dizer que esta semana de praxe que os doutores estão a falar, é uma semana que ficou em acordo com caloiros e doutores. como os caloiros e doutores tinham exames durante estas semanas, decidiram por bem nao praxar, para deixar tantos os caloiros como eles proprios com tempo para estudar, e ACORDARAM com eles em ser praxados na semana a seguir aos exames, todos os dias para compesar. tenho pena que vocês se tenham consagrado "Persona Non Grata da Academia", pois perderam o melhor ano que poderiam ter neste percurso académico, pois da praxe de AP da Universidade do Minho, eu tenho o orgulho de dizer que fui Á PRAXE, QUE QUIZ SER PRAXADA E QUERO PRAXAR E DAR CONTINUIDADE A ESTA TRADIÇÃO ACADÉMICA QUE POR CULPA DE MUITOS ANTI-SOCIAIS NÃO INTEGRAM ESTA TRADIÇÃO A PRAXE ESTÁ A SER VISTA COMO ALGO QUE É PURA MENTIRA. tenho a dizer que vivi grandes dias e momentos na praxe e fora da praxe, porque acima de doutores ou caloiros todos mantêm uma excelente relação fora da praxe. criam-se grandes amizades, grandes amigos tanto entre caloiros como doutores, amizades que vocês jamais irão saber dar um significado, partilham experiencias e vivencias que vocês jamais iram viver senir e ter. digo que se pudesse eu VOLTAVA A SER CALOIRA. NÃO SOU A ÚNICA A DIZE-LO! AGORA INFORMEM-SE E FALEM APENAS DO QUE SABEM, PORQUE FICA-VOS MUITO MAL E PERDEM PODER DE PALAVRA E DE CREDIBILIDADE QUANDO SE FALA DO QUE NAO SE SABE.

p.x disse...

Sara Coimbra, tu se queres lutar contra a praxe, primeiro tens que saber em que se baseiam as praxes de cada curso e de cada universidade.
e tenho quase a certeza que não sabes como funciona a nossa praxe no curso de A.P na Uminho, porque se soubesses não terias dito tais barbaridades.

Foi de mau tom retirares o texto, pois queres defender as tuas ideologias e como não tens fundamentos andas a sacar textos de bolg's, que até não têm nada de mal, a não ser para quem vê a praxe com os olhos que vocês vêm.
Os nosso caloiros sabem mto bem que se nao forem a praxe nao lhe aconteçe nada, ou tavas à espera que lhe batessemos por isso? isso era o que voces queriam para ter assunto, mas connosco nao vai avante.
mostrar quem manda em qualqer lado existe,e quanto mais nós não abusamos do nosso poder, nunca!

catia disse...

Já agora porque não copiaram o comentario/aviso da praxe solidária???? Praxe que vai ser realizada na academia minhota, que envolve dos os cursos juntamente com o cabido e que irá incidir na recolha de brinquedos, roupas e outros bens para serem entregues a instituições de caridade e encaminhadas para quem mais precisa???? como podem ver, vocês só estão a repreender algo que nem vocês próprios sabem o que é. se tivessem vivido 1 semana de praxe saberiam da intenção dos doutores, saberiam o que é a arte de bem praxar! e digo, que nem adianta estar para aqui a escrever e tentar mostrar algo que voces não conseguem nem querer perceber!"DOUTORES E CALOIRADA UNIDA E A PRAXE JAMAIS SERÁ VENCIDA"

serraleixo disse...

- Antes de mais o vosso blogue é público portanto posso vê-lo, transcreve-lo, criticá-lo e tudo o mais. Se não gostas ou se achas a critica injusta é outra coisa. Mas não é de mau tom.
- Em segundo lugar é engraçada a distinção que fazes logo à partida: "somos nós, os doutores", "nossos caloiros". Distingues logo duas categorias de pessoas que seriam indistinguíveis se não fosse a praxe. E ainda por cima, revelas um sentido de propriedade sobre outras pessoas - "os nossos caloiros" - como se eles te devessem alguma coisa, ou fossem alguma coisa a ti para além de colegas.
- Como a Sara Coimbra disse e muito bem, não preciso de ir à vossa praxe para saber o que é. Já vi muitas, em muitos sítios e são essencialmente sempre a mesma coisa. Por exemplo, a maioria das ciências sociais (psicologia, sociologia, antropologia,...) funciona assim mesmo. E como ela também acrescentou, aquilo em que se baseia a praxe é suficiente para se criticar.
- Terceiro, não é por as pessoas aderirem alegres e contentes à praxe, como praxados ou praxantes, que eu acho que a praxe é "fixe". O tom autoritário da praxe, onde uns mandam e outros fazem, o tipo de "brincadeiras" que se fazem, o tom xenófobo, onde a diferença é motivo de exclusão (quem não quer ser praxado é muitas vezes empurrado para um canto) ou de gozo (cantam-se hinos homofóbicos e, por vezes, racistas, sempre de uma mentalidade sexista e muito machista), o carácter catártico e destruidor da personalidade de cada indivíduo, de uniformização das pessoas, dos seus modos de pensar e agir (e isto é muito visível sempre que se discute praxe com pessoas que praxaram ou foram orgulhosamente praxadas), da ausência total de um discurso construtivo ou de reflexão da sociedade, nem que meramente simbólico, etc, é suficientemente degradante para eu não gostar dela e decidir fazer um discurso crítico a ela.
- Quarto, compreendo que não gostem de ouvir críticas às vossas práticas e modelo de integração. E sei que vivemos numa sociedade onde o confronto de ideias é cada vez menos tolerável. Gostarias de estar no teu cantinho a praxar e que ninguém dissesse nada. Que ficássemos todos, impávidos e serenos, a ver a barbárie entrar-nos pelos olhos a dentro.
- Quinto, o discurso acima, mesmo que seja "no gozo", torna normal um tipo de discurso inerentemente autoritário e intimidatório. Também compreendo que seja difícil perceber que alguém, como eu e muitos outros felizmente, ache uma aberração a forma como tu dizes as coisas pois para ti já é normal lidares assim com as pessoas e que se calhar só faz parte de um papel que representas na praxe. Mas isso é que é assustador na praxe - o já ser "normal".
- Sexto, e se calhar repetindo um pouco, a praxe tem também um carácter segregacionista, corporativo e elitista. Segrega quem quer ser praxado de quem não quer, de quem até nem queria muito ser praxado mas foi na onda, de quem jamais gostaria de ser praxado mas para não perder a oportunidade de conhecer alguém até foi praxado. Separa as pessoas em cursos, anos, faculdades e cidades diferentes, fomentando uma rivalidade absurda que já originou, por várias vezes confrontos entres estudantes (temos algumas notícias neste blogue sobre isso). Separa também estudantes de professores, de investigadores, de funcionários e de todas as outras pessoas que frequentam a Universidade. Reservando, assim, o direito de integração, de festa de início de ano,..., apenas à elite que decidiu participar na praxe, privilegiando esses e apenas esses.
O carácter corporativista e elitista vem da afirmação, através do traje e das práticas associadas, do estudante do ensino superior como pertencente a uma classe superior de pessoas (nomeadamente, às que conseguiram entrar na faculdade). Abstendo-se de questionar o porquê de apenas alguns conseguirem entrar.
- Sétimo, tens a palavra.

Sara Coimbra disse...

Não fui eu quem retirou o texto, eu não faço parte deste blog, apenas vejo as suas publicações e aquele foi o primeiro comentário que aqui fiz. Mas, mais uma vez, se um blog é público, qualquer pessoa tem o direito de transcrever qualquer um dos textos.

Não me queria repetir, mas obrigam-me: a praxe baseia-se em princípios que eu considero errados e que foram já ditos pelo serraleixo. Não preciso de viver a praxe, pois eu discordo daquilo em que ela se baseia. Mas, por acaso, eu cheguei a experimentar a praxe (por dois dias), mas, coisa engraçada, não gostei muito de ser chamada burra, besta, filha da p*** e outras coisas que tais... Por isso tenho mais que direito de falar da praxe.

p.x. mostras aquilo de que eu falei quando dizes "nós não abusámos do nosso poder, nunca!". Mas afinal que poder é esse? o poder que os "doutores" detêm sobre os "caloiros"? Ah esse. Esse que não deveria existir, não é? Por que raio é que estudantes que lá por serem uns aninhos mais velhos do que eu e por usarem uma porra de um traje têm algum poder sobre mim?! É ridículo, simplesmente ridículo. E esse "poder" é transmitido através de textos como aquele postado, por exemplo.

Quanto à parte solidária, acho bem. Falava há dias com uma amiga minha e disse-lhe que se a praxe fosse usada para acções de voluntariado, por exemplo, era bastante mais interessante. Mas só seria uma actividade correcta se não houvesse divisões estúpidas e inventadas entre estudantes e novos estudantes.

Quanto à "arte de bem praxar", a praxe não deixa de ser algo de errado, só porque os "doutores" não abusam. A essência está lá e enquanto isso não mudar... bem, aqui estamos.

catia disse...

Pois é sara, como vês a praxe tem movimentos de solidariedade.... e os próprios opositores á praxe excluem-se dos alunos que querem ser praxados... mas isso é obvio, porque os alunos que vão à praxe criam uma grande relação entre eles, uma grande cumplicidade, uma grande amizade que os opositores não criam, e quando à jantares de curso por exemplo, estão todos convidados porque são jantares de CURSO, agora os opositores, eles próprios dizem que não vão porque não se sentem à vontade. no nosso curso por exemplo, isso não acontece, porque os proprios opositores vão aos jantares, ficam a ver a praxe, divertem-se connosco apenas não exercem a ARTE DE BEM PRAXAR. e as praxes não dividem ninguem muito antes pelo contrario, mas isso só iriam perceber se tivessem vivido a praxe. encher? toda agente enche! abdominais?? toda agente os faz! dizer palavroes??? toda agente os diz! agora o que nem toda agente faz é inter-ajudar e cooperar entre todos e na praxe com jogos e outras situações, ele aprendem ou desenvlvem um pouco mais a essa noção, porque fazem tudo em conjunto! caloiro é só um! e se fosse assim tão mau e negativa a praxe, hoje não haviam doutores, engenheiros, arquitetos, caloiros. se eles existem é porque foram praxados, e porque querem acima de tudo continuar com esta muy nobre tradição académica. nós respeitamos a vossa opinião de serem obejectores, agora não é de vosso direito fazer o que fazem... tentar acabar com algo que é livre, que só vai quem quer.... há quem queira ser praxado, há quem queira seguir esta tradição académica, então parem com estas birrinhas e deixem ser praxado quem quer! PONTO. não percebo pra quê tanta injúria à volta deste assunto.... pelo menos em AP doutores e caloiros já criaram laços de amizade que vocês não sabem nem têm o direito de estar a julgar sem argumentos válidos e fundamentados. por algumas praxes serem mal executadas vocês não podem nem devem generalizar. Pois, depois daquela publicaçao que viram no blog de AP, eu garanto-vos que os caloiritos vão lá estar todos para passarem um bom bocado.... porque eles sabem o verdadeiro significado daquela publicação

Krieg disse...

@catia

E responderes ao serraleixo com um argumento válido, em vez do teu típico LOL imberbe e néscio?

Pois...

catia disse...

eu respondi, mas como ja disse e vou repetir-me, as vossas observações impiricas são baseadas num número ínfimo de praxes que presenciaram .... mas muito sinceramente eu não vou dar asas a conversas, e muito menos perder tempo num assunto que não tem a minima fundamentação de vossa parte. eu só tenho uma coisa a dizer, DEIXEM EM PAZ E DE UMA VEZ POR TODAS, QUEM QUER DE LIVRE E ESPONTANEA VONTADE SER PRAXADO E PRAXAR. DEIXEM DE UMA VEZ TENTAR POR FIM A ALGO QUE MUITA GENTE LUTA PARA MANTER E DAR CONTINUIDADE. ninguem vos ameaça, ninguem vos agride, ninguem vos faz mal, ninguem vos estorva. preocupem-se em postar, comentar, revogar e criticar assuntos como actual estado do país! vocês com este tipo de comentários só mostram ou dão a entender que são uns frustados e que não têm mais nada para fazer da vida a não ser criticar algo que é livre de existir.... porra....

catia disse...

o tempo que um doutor perderia a dar-vos conversa, é o tempo que vai perder a preparar praxes recreativas e divertidas para os caloiros. pois como já disse, se a praxe fosse aquilo que vocês idealizam, falam, e criticam, hoje a praxe já tinha terminado pois não haveria nenhum doutor, engenheiro etc......

Krieg disse...

@catia

Eu não vi resposta nenhuma...

Est@s praxistas é sempre a mesma conversa da treta. Argumentos ocos e desprovidos de sentido.

Isto vai muito para além do anti-praxismo, a tua visão é que está ofuscada e não consegues ver mais longe.

catia disse...

Primeiramente não te admito esse tipo de resposta.... Segundo e como já disse, como não tens argumentos começas a ofender e a ir por caminhos adversos ao civismo, os nossos estão à vista e perturba muita gente. terceiro, conversa da treta é um filme muito bom por acaso. e por último, como também já disse a minha vida é feita de coisas bem mais interessantes k estar aqui a dar paleio a vocês! A PRAXE CONTINUA E NÃO POR GENTE COMO VOCÊS QUE VAI ACABAR..... VIVA A DOUTORADA, A ENGENHEIRADA A CALOIRADA.... OLÉÉÉÉE..... e mais uma coisinha A NOSSA UNIÃO E FORÇA É MUITO MAIOR E MAIS PODEROSA QUE A VOSSA, A PRAXE UNIDA JAMAIS SERÁ VENCIDA

Krieg disse...

@catia

Admites sim! Ou pensas que eu sou teu caloiro para mandares em mim...
Não gostas não leias!

E também tens que admitir que não tens argumentos para dar resposta ao serraleixo.
Não é nada de mais, toda a gente sabe que para praxar e ser praxista não é preciso muito cérebro.
No fim de contas és uma besta, um reles bicho (não te ofendas que já deves estar habituada a ouvir na praxe) e ages só por instinto, sem pensar muito. De cabeça no chão e a marrar aos urros. De palas postas nos olhos, impostas por uma sociedade medíocre que não vê mais além.
Vens falar de criticas aos problemas de Portugal, e nem sequer tens a inteligência para veres que és um deles.
Nem sequer tens argumentos para defender algo de que gostas. Coitada...

Sara Coimbra disse...

"a praxe tem movimentos de solidariedade". Sim, a vossa teve. Mas, tal como disse, essa não é a essência da praxe, por isso não venhas com esse tom, porque aquilo em que ela se baseia é numa divisão entre os estudantes em que um grupo tem poder sobre outros e isso é abominável.

Se a vossa praxe teve mais movimentos de solidariedade ou não, não sei, mas se teve é uma raridade, por isso não digas que a praxe TEM movimentos de solidariedade, porque vocês não gostam quando se diz que a praxe é só aquelas tragédias que se vê nas notícias, ou seja, quando se generaliza, portanto, não generalizes.

Qualquer pessoa tem todo o direito de lutar contra a praxe. O quê, por haver pessoas que alinham nisso é algo contra o qual não se pode lutar? Ah ok, então os problemas que se passam à tua volta passam-te ao lado? Fixe, é bom saber. Ah sabes aquele grupinho ali que passa droga entre si? Deixa-os andar que eles não estão a magoar ninguém...
(por favor não me venhas dizer que vos estou a chamar drogados, poupa-me ok? estou só a dar um exemplo)

Oh pá tudo bem, as pessoas criam amizades, claro que criam, mas acho triste que aches que a única maneira de se criar amizades é por aí, através da praxe. Até se podiam fazer jogos que se fazem na praxe, mas, mais uma vez, para quê andarem uns armados em "doutores" (maioria a repetir cadeiras - grande LOL) a mandarem nos caloiros? Só gostava de saber isso...

catia disse...

Façam-me um favor, continuem a comentar, pk isto é melhor que ver os apanhados.... loooooooooool.... a serio.... passo grandes momentos aqui.... ja tentei nao responder.vos, mas nao consigo ficar sem ler as vossas respostas tao tao tao coiso que nem sei classifica-las.... AHAHAHAHAHAH.... uuuuu k a praxe é tao ma, uuuuuuu k eles armam.se em doutores, uuuuu k eles divertem-se tanto, uuuuu que eles bebem tanto.... AHAHAHAHAHAHAH.. Força, lutem praí, nos tambem lutamos

catia disse...

ja agora tenho 1 cadeira para trás... granda lol, e queres saber???? nao vejo mal nenhum... acabo na mesma o curso em 3 anos....

catia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
catia disse...

Krieg, está admitido... mas bah, esta porque ate curto conversar convosco..... olha bebam um bagacinho k andam com muita azia...

catia disse...

Meus queridos, vivam a vidinha.... looool.... esta vida passa a correr.... ninguem vos proibe de ser objectores à praxe, mas tambem ninguem vos da direio para tentar acabar com ela.... vivam a vossa vidinha e deixem o pessoal sossegado a praxar e a ser praxado! brincar nao faz mal a ninguem, encher nao faz mal a ninguem, e so enche quem quer e pode!! eu encho nos treinos, eu encho em casa, e nao me queixo! quer dizer voces podem lutar e manifestar e espumarem.se todos, porque a praxe NAO vai acabar! eh pah, a serio, voces estao no vosso direito e nós no nosso.... nós respeitamos os objectores, respeitem quem quer ser praxado!!!! é facil, simples e ate cheira bem.... escusam de começar com comentarios mais agressivos pk so perdem a razao e so nos dao mais vontade para rir.... ai ai....

catia disse...

Minha gente, vou deixar-vos.... foi muito boa esta troca de ideias... muito produtiva.... mas como ja disse, e vou tentar segurar.me, nao vou dar mais asas a isto.... eheheheheh.... Divirtam.se

Sara Coimbra disse...

Só queria dizer que com estes comentários todos não disseste nada de jeito. Podias ter usado esse tempo para escrever algo de produtivo, mas em vez disso, escolheste começar a descambar...

Com as respostas que deste, apenas posso concluir que não leste bem os comentários anteriores, por isso, até lá, não vale a pena continuar.

Pedro disse...

Cátia... Vai-te embora. É por causa dos cérebros diminuídos como o teu que a praxe é uma porcaria. Quando tive estatuto de "doutor" na praxe sugeri algumas coisas engraçadas para prepararmos para os caloiros. Não foram aceites pelos meus colegas, eles preferiram manter o baixíssimo nível e continuar a fazer a típica praxe ordinária e nojenta...

Meus amigos: fui mal praxado, quis praxar bem e não consegui porque não me deixaram. A praxe é uma porcaria e não vale a pena, não entrem neste filme, é tudo uma ilusão. A única coisa que aprendem é a ser maltratados sem se queixarem.

Sara Coimbra disse...

Bravo :)

catia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
catia disse...

Vou embora se eu quiser tu não me praxas... ahahahahahahahahahah.....

mas vou embora porque como já disse, vocês não sabem também aceitar aquilo que nós fazemos. e tu sara é que começaste a cambalear com a conversa....
quanto a ti pedro, vem me dizer isso na cara meu querido, se queres ofender alguem e começar a individualizar situações anda falar cara a cara se tiveres tomastes, por aqui falas muito bem... como ja disse 1 milhão de vezes, nós nao vos encomodamos nem nos metemos convosco, por isso... mas pronto, foi muito produtiva esta conversinha e continuem assim....

Pedro disse...

Tadinha... Queres um colinho? Estás muito nervosa...
Não te praxo? Pois não... Mas assim também não te integras no ambiente académico! E ficas sem amigos! Deves ficar tão fofa de quatro...! ahahahah
Trata-te.

Sara Coimbra disse...

Desculpa lá, mas tu não podes, ou melhor, não tens razão em dizer que eu é que comecei a descambar. Tu é que começaste com os uuuu e ais e ahahah e usaste os comentários para fazeres afirmações fora do contexto. Que eu saiba eu sempre mantive uma conversa a um nível de boa educação, sem começar a tratar os outros como dementes (e a responder aos teus argumentos). Não se pode dizer o mesmo de ti.

E que é isso de vir falar na cara se tens tomates? Estás mesmo a baixar o nível da conversa.

E se te queres ir embora da conversa (ou debate) tudo bem, mas ao menos sê coerente...E não, eu não aceito nem acho bem aquilo que vocês fazem, mas por isso é que também estamos a ter este conversa toda, portanto dizeres isso foi desnecessário.

No que diz respeito a situações particulares (mas não da do Pedro), vocês argumentam que situações de abuso só acontecem por falta de bom senso por parte dos "doutores". É verdade. Mas, tal como li no site dos antípodas (www.antipodas.web.pt):
"(...) o problema é que nem toda a gente terá bom senso. Por isso mesmo é que temos leis que salvaguardam os nossos direitos: para que não tenhamos que estar sempre dependentes do bom senso de quem tem poder sobre nós." Penso que isto diz tudo.

Só mais uma coisa. Quando eu disse aquilo dos "doutores" e da ironia de terem cadeiras atrasadas, o que eu quis dizer (achava que tinha sido clara) foi que com cadeiras atrasadas, são tudo menos doutores. Claro que não há problema nenhum em ter cadeiras atrasadas e podias até demorar mais tempo a tirar o curso, porque eu sei que não é fácil, mas o "grande lol" foi por causa da ironia: são tudo menos DOUTORES.

Anónimo disse...

Segue o conselho do Pedro e vai-te tratar, o teu discurso parece o de uma pita enfurecida porque lhe tiraram as gomas. Os teus argumentos são vazios e não têm qualquer valor. Temos pena.

Beijinhos

Anónimo disse...

enterrem-se porque já ninguém vos aguenta, seus PDM coitados anti sociais.... como a cátia disse há pessoal anti praxe que se integram muito bem com os praxados e participam nas actividades... se vocês não o fazem, azar, aprendam a viver numa sociedade em que todos são diferentes....

Anónimo disse...

Olha outro...

Sara Coimbra disse...

Sim, uma sociedade em que todos somos diferentes. Vocês são quem mais defende isso, com as vossas divisões entre alunos e novos alunos. Desculpa lá por achar que para além de sermos diferentes, somos IGUAIS.

É bom saber que se é anti-social por não se querer ser insultado e humilhado; por se lutar contra algo que é ridículo acontecer no século XXI.

Anónimo disse...

Bem, esse texto deixou-me mesmo... Não sei como é que vocês têm coragem de vir defender a praxe! É preciso coragem! Coragem e burrice! Parabéns pela tentativa. Beijinhos!

Anónimo disse...

Embora muitos de nós gostem das praxes académicas, pelo menos admitamos que os abusos e as actividades degradantes estão a tornar-se assustadoramente frequentes. Os argumentos da maioria dos participantes anti-praxe deste blog são totalmente racionais e válidos, e como tal, em vez de nos concentrarmos em tentar, inutilmente, "combatê-los", devíamos deixar o orgulho de lado e tentar ver as coisas de uma maneira mais compreensiva. Nós, praxistas, parecemos o governo, e os anti-praxe, a oposição. Apesar da oposição ter razão em muitos pontos, o governo é teimoso e mantém as coisas como estão, mesmo estando mal. É tal e qual...
Há praxes boas e praxes más. Se nós queremos ter razão, do ponto de vista moral e ético, em vez de lutarmos com os anti-praxe, vamos lutar com os maus praxistas. São eles que sujam a imagem da praxe. Certamente não existiriam tantos anti-praxe se a praxe fosse agradável. E não precisávamos de textos ameaçadores como esse para aparecerem os alunos todos na praxe. E nem seria necessário ameaçar os que não querem ser praxados de exclusão, etc.

Pensem nisto.

Anónimo disse...

"Isto porque já não têm que estudar e não admitimos qualquer tipo de desculpa. Estão já avisados que quem não for à praxe esta semana as consequências não vão ser as melhores"

Alguém me explica o que se passa? Só vai quem quer? Não acontece nada a quem não vai?

Anónimo disse...

4,873 -> Apio à Praxe (Facebook)
8,138 -> Praxe (Facebook)

724 -> Anti-Praxe (Facebook)


Nada a dizer (:

serraleixo disse...

Finalmente que alguém vem usar os números como justificação da praxe! Estava a ver que nunca mais.
A lógica é: a praxe é fixe porque muita gente a apoia.
Nem vou tentar demonstrar a falta de lógica deste argumento. Parece-me evidente.
Mas faz-me pensar que de facto as pessoas gostam é de estar no conforto das maiorias. Mesmo que a maioria não tenha razão ou pratique a barbárie. "Se eu estiver com a maioria, tenho as costas quentes e ninguém me chateia."
Estar com a maioria é confortável. Não se tem de defender uma ideia. Não é preciso haver ideia. A maioria, e a sua existência, justifica-se por si, por ser uma maioria.
É este tipo de raciocínio circular de que é feita muita da argumentativa da praxe.
A praxe é tradição a partir do momento em que começa e isso serve para a justificar.
A praxe é integração antes mesmo de integrar.
A praxe é igualdade mesmo que distinga as pessoas e as trate de formas diferentes (em caloiros e veteranos, em pró-praxe e anti-praxe, em estudantes e nos outros)

A praxe é uma maioria nas faculdades porque se vê muita gente a praxar. Mesmo que investigadores, professores, funcionários e uma grande maioria de alunos das faculdades não o faça.
Mas está no facebook por isso deve ser verdade...

Infelizmente não tenho facebook se não até procurava outros exemplos desta "lógica" obtusa.

Anónimo disse...

Sabes que esses números não têm qualquer significado.
Eu sou anti muita coisa, mas no meu Facebook tenho apenas as coisas de que gosto e não as que não gosto. E isso faz de mim uma pessoa que gosta de tudo? Não. Podes fazer o tipo de pesquisa que quiseres, que nunca hás de descobrir o que não aprecio.
Portanto com essa pseudo-sondagem podes ter sorte e enganar alguma criança com menos de 8 anos.

Entretanto fiquei surpreendido com os números, pensei que houvesse menos anti-praxe declarados no Facebook. Só te tenho a agradecer.

Paulo Teixiera disse...

tanta discussão... por causa disto... enfim... a praxe é diferente de universidade para universidade....Ao ler os comentários.... todos tem um pouco de razão. Sim por vezes e superiores e veteranos que aproveitam o poder quem supostamente tem para ofender os caloiros( burros, vocês são uma merda... entre outros)e mais interessante e que muito destes superiores/ veteranos, por vezes são mais novos que os caloiros...sempre ouvi dizer q devemos respeitar os mais velhos.
existem varias praxes solidarias e muito interessantes.... mas acham bonito... numa praxe estarmos todos a olhar para o chão... e mãos atrás das costas? e depois ter alguém a berrar-me ao ouvidos.. CALOIRO... A OLHAR PO CHÃO.... ESTANDO EU A OLHAR PO CHÃO... O MAIS INTERESSANTE... é que a uns tempos chamaram-me burro por não saber responder uma pergunta.... e dps uma senhora veterana...n sabia onde ficava Marrocos...ENFIM

Sara Coimbra disse...

A praxe, mais propriamente a recepção ao caloiro, poderia ser feita com jogos e brincadeiras (que é o que acontece na maioria das praxes, se não em todas), mas sem aquele mal-tratar (berros, insultos, etc) e sem aquela mania de que os alunos mais velhos ("doutores") são melhores do que os mais novos ("caloiros"). Claro que esta praxe seria completamente diferente da existente, visto que aquilo em que ela se basearia seria totalmente diferente daquilo em que a praxe actual se baseia. Basear-se-ia em IGUALDADE entre velhos e novos alunos e não apenas entre novos alunos; sem o (não me lembro de melhor palavra, de momento) "armanço" todo dos "senhores doutores".

Quando dizem "ah, a praxe serve para criar amizades". Claro que se criam amizades. As pessoas estão juntas, criam-se amizades e novas relações. As pessoas conhecem-se. Mas a mim parece-me lógico pensar que se não houvesse "doutores" (no sentido em que não haveria aquela divisão, nem o rebaixamento dos novos alunos) seria possível criar-se as mesmas amizades.

Quando falam do "espírito" da praxe, o que eu imagino é aquelas cenas em que se tem um conjunto de pessoas a gritar pelo seu curso e "sim, senhor doutor" com toda a alma. É isso? Eu sentia o mesmo quando puxava pela equipa de futebol em que jogava e nunca precisei de ter as jogadoras mais velhas a "praxarem-me".

Acho que no fundo, eu não percebo por que é a praxe (a que existe actualmente) tão importante. Poder-se-ia obter o mesmo resultado de outra forma e evitar que muitas pessoas se sentissem mal. Porque, verdade seja dita, a maioria das pessoas, no início pelo menos, não gosta da praxe: dos insultos e de tudo aquilo que se sabe, mas sujeitam-se a isso, para mais tarde fazer parte daquilo que se crê ser uma grandiosa e importante tradição académica.