terça-feira, 23 de setembro de 2008

Agora a Cidade Universitária está mais bonita!

Murais pintados na noite de 21 de Setembro de 2008!


Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa




Cantina do ISCTE (nº2) na Cidade Universitária

27 comentários:

Anónimo disse...

pena pena é estarem a destruir património publico para tentarem passar a vossa ideia. é pena...
uns pintam caras... outros pintam paredes

ser.r.alves disse...

Para já não se destruiu nada, apenas se pintaram paredes que podem voltar a ser pintadas por cima. depois quem praxa não pinta só caras. por onde passam fica tudo, mas mesmo tudo cagado. é tintas, farinha, ovos, fruta, copos, etc, no chão; paredes com pegadas, fontes públicas (as que tinham águas transparentes) com as águas completamente sujas; copos de plástico pelo chão, garrafas de vidro partidas, caixotes do lixo com o lixo espalhado. Isto é comum ver-se durante as praxes. Mas depois há os episódios de pancadaria entre universidades, montras partidas, carros partidos, iluminação pública destruída, etc, etc, etc. Uns bárbaros! E não vale a pena desmentir porque já vi disto tudo! Agora há sítios onde as pessoas se comportam melhor noutros um pouco pior. Mas o que é certo é que ninguém tem mão neles e eles fazem o que querem e bem lhes apetece.

B.Costa disse...

Exacto, e aposto que o Sr. ser.r.alves vai com toda a certeza ajuda a "pintar por cima" com tinta por si comprada para repôr a situação. E tambem vai ajudar a pagar a equipa especializada para limpeza da pedra da segunda foto, que não pode ser simplesmente "pintada por cima".

Ainda por cima usa como desculpa os estragos que os outros fazem para justificar os "seus". Muito bem, excelente justificação... Enfim, tanta hipocrisia.

Roberta disse...

Eu sinceramente não vejo mal nenhum no facto de as pessoas pintarem paredes. Acho até que na nossa cidade cinzenta faz muita falta e bem ao ego de quem passa nas ruas ver alguma cor e desenhos. Imaginem uma cidade só branca e cinzenta, só com janelas e paredes. Que tédio.
Felicito o MATA porque gosto da mensagem que passa e da maneira como a passa!

ser.r.alves disse...

quem tentou minimizar os seus males com os males dos outros não fui eu. Anónimo disse: "uns pintam caras... outros pintam paredes" Limitei-me a responder a isso porque, aparentemente, a preocupação desse Anónimo era as paredes pintadas por oposição a caras pintadas. a meu ver fazem-se coisas mais graves durante as praxes do que pintar caras. Depois não fui eu que fui hipócrita. Hipócrita é, por exemplo, alguém que se queixa de outros pintarem paredes e depois vai pintar caras e fazer pior ao dito património público do que pintar paredes.
Mas se o mal que o sr. B.Costa vê no mundo são as paredes que se pintam então realmente vamos mal.
Enfim a humanidade vai por um caminho muito esquisito. Será que conseguiremos dar a volta?

disse...

Bastante bom! Gostei!

Marta Jacinto disse...

Bom, em primeiro lugar deixem-me felicitá-los pela bela merda que andam a fazer nas paredes.

Acho mesmo giro, e é mesmo assim que as pessoas vão ter ainda uma melhor impressão vossa.

As paredes realmente podem ser pintadas por cima, mas desde quando é que os outros têm de andar a limpar os vossos devaneios?

Agora já não vou a tempo, mas deviam passar pelo ISCTE, no final dos dias da recepção ao caloiro, e andar de olhos no chão, para verem se estava algum lixo no chão.

E eu acho que nem todos os fins justificam os meios, por isso, se se querem divertir, comecem por pintar as paredes das vossas casas.

Ah, e pintem alguma parede durante o dia à minha frente, que eu quero assistir.. Eu vou deixar o meu e-mail para me avisarem, porque eu dou a cara se for preciso.

Só uma ultima duvida, é em arquitectura paisagística que se aprende a pintar paredes?

(untilthendofeverything@gmail.com)

David disse...

Eu cá aprendi a pintar em casa, e depois voltei a fazê-lo na escola primária, na escola preparatória e no 3º ciclo. Não preciso de nenhum curso em Arquitectura Paisagística para aprender a pintar.
Quanto a pintar paredes faço-o desde há vários anos e não percebo porque é que alguém se há-de dar ao trabalho de ir limpar. Só percebo quem receba dinheiro por isso, porque desemprego é o que não falta e acho bem que as pessoas ganhem dinheiro de alguma forma. E já que há Paulos Portas que contratam empresas de limpeza para limpar uma coisa que a seguir vai ser logo pintada outra vez... Ele que gaste dinheiro que tem bastante!
Ah e, sim, também já tenho a minha casa pintada e muito gira! :)

ser.r.alves disse...

Exactamente: Nem todos os fins justificam os meios!
O fim "integração" não justifica o meio "praxe"!

Anónimo disse...

Boa tarde! sou praxante do ISCTE, com muito orgulho!
O orgulho de envergar o traje de estudante, o orgulho em praxar, o orgulho que tive em ser praxado, o orgulho que tenho em participar em todas as actividades académicas.
é lamentável a vossa atitude, quando dizem que a praxe é repugnante, não será mais repugnante as vossas pinturas horríveis na parede? não será uma vergonha gastar dinheiro dos contribuintes a limpar a vossa "merda" que não tem pés nem cabeça? hOrríveis e ridiculas.
Em relação a praxe no meu dignissimo instituto o ISCTE, a praxe acabou ontem, e hoje os caloiros vieram abracar-me e agradecer tudo o que fizemos na praxe em que os integrámos.
Hoje todos eles conviveram uns com os outros e connosco,os veteranos, como se já nos conhece-mos ha anos, o que sem praxe seria impossível nesta altura do campeonato em que as aulas comecaram ha tao pouco, e até pediram imaginem mais praxe! PorquÊ? será que é assim tao mau?

ana disse...

Vozes moralistas e conservadoras não mudam o mundo. E como o mundo, apesar de tudo, é feito de mudança (ou não existiria "História"), essas vozes estão arrumadas a um canto.

Dizer que uma pintura é feia é moralista. O edifício das Amoreiras também é feio (até o sr. que o desenhou o diz...!) e ninguém o manda apagar do mapa, porque, obviamente, a cidade é das pessoas e as pessoas têm o direito de a construir.

Só para acabar (porque os olhos conservadores só lêem o que lhes interessa e eu não os quero cansar muito), já dizia um juiz, há uns anos atrás, quando uns sr. polícias disseram que não podiamos pintar paredes: "Tudo o que não é proibido pode fazer-se".

Ah! E é bom saber que andam bem informadas e informados. A informação nunca é demais ;)

Joao DURA PRAXIS SED PRAXIS disse...

Ana peço desculpa mas não respondeu a metade das coisas do meu comentário anterior, será que isso quer dizer que o M.A.T.A. está a perder os seus argumentos E tem tendencia a desaparecer?
em jeito de mais uma crítica ao país, durante o "confronto" de canções ISCTE VS FCUL, em que a amizade que existia e sempre irá existir e que no final perdurou, as duas faculdades a uniram-se no grito académico.
é pena a polícia de intervenção ter sido chamada, com medo que houvesse qualquer tipo de desacato, mas parece que demos uma chapada de luva branca a muita gente, visto que ao contrario da vossa opinião, nós somos civilizados, e demonstrámos como a praxe, e a tradição académica é e sempre será CIVILIZADA. E que o traje académico une as diversas faculdades do país, e felizmente a grande maioria dos estudantes.
Será que a policia nao deveria ter sido antes chamada também quando vocês nessa noite,ou em muitas outras andaram a vandalizar o digníssimo ISCTE e algumas outras faculdades?
Em resposta final, vocês que sao tao moralistas, que tanto pedem a responsabilização dos estudantes que abusam das praxes em tribunal?
que na minha opinião devem ser responsabilizados pelo que fizeram.
e já agora vocês? não deveriam escrever no blog que também deveria existir um julgamento pelos danos ao património público que vocês causaram?
Não é com essas atitudes que vocês ganham o respeito de quem quer que seja, muito pelo contrário!
e já agora façam como nós em relação a voces, ignorem-nos! deixem as pessoas serem livres de escolher o que realmente querem! e a acredita que mais de 90% dos estudantes tem prazer na tradição académica!
DURA PRAXIS SED PRAXIS!

Anónimo disse...

Não dá para não participar nesta conversa...

João: o facto de te referires à tua faculdade como "digníssimo" e de usares várias vezes um slogan em latim poderia levar alguém a pensar que, como estudante universitário, és uma pessoa conhecedora da história da Universidade em Portugal, que até dedicas algum tempo a reflectir sobre o que é ser estudante e a actual situação do ensino superior. No entanto, uma leitura mais cuidadosa do teu comentário revela precisamente o contrário. Sem querer escrever um texto demasiado longo, tentarei dar um exemplo rápido (e respondendo directamente às tuas questões, como deste a entender que querias).
Pintar paredes, entre outras acções, sempre foi um meio de protesto, de luta, de provocação, de questionar algo, não só usado por, mas grandemente por estudantes, em toda a parte do mundo, ao longo de toda a história. Fiquei na dúvida se é o acto isolado de pintar paredes que te incomoda... Serás então visceralmente contra este meio de expressão, de protesto, de divulgação de ideias? Porque os muros deixam de ser brancos, vazios e passam a ter uma mensagem (independentemente do seu conteúdo)? Seguindo a mesma linha de pensamento, dás a entender no teu texto que a praxe sempre unificou os estudantes e é simbólica da vida académica (parece que a prova são os abraços que recebeste). Com certeza não devias querer dizer isso, pois, tal como deves saber, a praxe, nas suas origens era praticada não de estudantes para estudantes, mas sim de de indivíduos das direcçoes das universidades contra estudantes, como meio de controle, de os manter na linha, de ninguém levantar ondas. Assim como o traje académico, que, como decerto sabes, era um uniforme. Imposto, igual, uniformizante. Nunca foi concebido como algo unificante dos estudantes, mas sim com o mesmo objectivo de qualquer outra farda. Uniformizar, desprover de individualidade, criação de uma massa igual e incaracterística. Mas com certeza que já sabias isto tudo. Tal como sabes que a origem da praxe, do traje, de todas estas práticas que, por engano dás a entender que sempre fizeram parte da vida estudantil, foram concebidas para contrariar precisamente aquilo que fazes, mas pareces criticar que os outros também façam: a utilização do espírito crítico, da inteligência com que todos somos dotados (uns mais do que outros)para questionarmos os aspectos da sociedade à nossa volta com que não concordamos. E não é este um dos aspectos essenciais do que é ser estudante? Conhecer, descobrir, discutir? Não é na faculdade que não só nos estamos em formar em qualquer coisa mas também enquanto pessoas? Decerto concordarás que afirmar que a reprodução de uma prática violenta, opressora, amorfizante, aliada à crítica do uso da crítica e o tipo de meio de expressão, como os pilares da vida académica é uma incongruência de todo o tamanho. Comparando (de um modo extremo), é algo como por exemplo, judeus num campo de concentração a brincarem aos nazis, reproduzindo os comportamentos opressivos e violentos destes entre si...
Quanto à estranha "pseudo-rivalidade" entre FCUL e ISCTE (tradição milenar com cerca de 3 anos de existência), com certeza concordarás quando afirmo que duas faculdades, com todos os seus alunos e todas as células cinzentas que daí resultam possivelmente são capazes de descobrir um meio de unificação mais proactivo e produtivo do que comparar em altos berros os seus "bacamartes"(desconheço se esta foi também a theme song deste ano, sei que foi do ano passado). Decerto pensarás: ah, é uma brincadeira... Pois é. É mesmo isso que muita gente anda a fazer. A brincar. Mas com um estranho e distorcido sentido de humor, em que uns mandam, outros arrebanhados cumprem, com uns gritos semi-bélicos e tentativas de demonstração de virilidade superior à do vizinho a acompanhar o cenário. Se calhar o que eu critico mesmo é pensar-se que ser estudante é isto. Dizer que os estudantes são diferentes entre si, que uns mandam mais do que outros. Comparar genitalias e manifestações de afirmação de poder. Em que uns olham no chão (de livre vontade, claro está) e deixam que os insultem (porque querem muito e têm saudades e as mãezinhas já nãos os insultam como costumavam quando eram pequeninos), fazem danças com bamboleios de anca e pinturas faciais tipo "carnaval em ácido" (porque é mesmo isto que o pessoal quer quando vai para a faculdade). E tudo se justifica dizendo que é em nome de amizade, integração, espírito de união e de equipa. Tenho pena de não ter um lema bafiento em latim para te brindar. Mas sabes uma coisa? Não preciso.

B.Costa disse...

Por qualquer razão (não estou a insinuar censura, perceba-se!) um comentário meu da semana passada não foi colocado.

De qualquer modo, a ideia base é de que dizer que as vossas pinturas são "giras" não passa de uma opinião pessoal, vossa. Eu por outro lado, acho-as por vezes feias, e muitas vezes feitas em sítios totalmente desajustados (a pedra da foto, por exemplo, tem uma textura muito mais bonita que qualquer pintura lhe poderia dar). No entanto, eu, como muitos de vocês, sou um leigo em questões arquitectónicas/artísticas, não estudei Arte (limitei-me a fazer o Secundário nesta área, depois desviei para a Engenharia) nem planeamento urbano. Nesse sentido, as opiniões que emito são perfeitamente desenquadradas das actuais correntes de pensamento artístico ou do planeamento pensado para a minha cidade de Lisboa. Por isso mesmo, prefiro deixar isso a quem tem conhecimentos e tempo para se dedicar a pensar nesses assuntos e a desenvolver soluções para melhorar o aspecto da minha cidade. Aliás, convém lembrar que a vossa "arte", daqui a 500 anos não fará parte da História da Arquitectura do nosso tempo, mas por certo as obras originais, não vandalizadas farão. E se vocês contratassem um artista para fazer o vosso trabalho e ele conseguisse criar algo de extraordinário, também a sua obra ia ficar na História. Já a vossa "arte", não. Quando muito as vossas estratégias de luta, incluindo a pintura, ficaram registadas nos livros de História, mas não estas pinturas que mostram nas fotos do artigo.

Só para finalizar e enquadrar a questão, e mostrar que há murais de intervenção com verdadeiro carácter artístico, e depois há as pinturas que mostram na foto, deixo-vos o mural pintado há vários anos junto à embaixada dos EUA a respeito da questão timorense: http://pixelisaword.blogspot.com/2005/12/mural-por-timor-leste-junto-embaixada.html

Infelizmente, já foi destruído, pintado por cima, mas este tem um valor artístico, na minha opinião, largamente superior às vossas pinturas, e prova disso é que se manteve durante largos anos intocado...

Já agora, Sra. Ana, que vem falar em conservadorismo e moralismo, posso-lhe garantir que o vandalismo, sob a forma de atentado à propriedade alheia, é crime, por isso venha-me por favor mostrar qual foi o Juiz que lhe disse que pintar paredes alheias não era crime, desde que fosse contra a vontade do seu proprietário. Mentir é feio... Era giro que me pudessem pintar o carro e eu não poder fazer nada contra isso. Era, era.
E já agora, já que me acusa de moralista e conservador (deve ter sido a primeira pessoa a chamar-me isso na vida, aliás sempre tive grandes "discussões" com o meu pai por ter ideias demasiado utópicas e revolucionárias para a nossa sociedade), explique-me que raio de posição é essa de não permitir ao caloiro a liberdade individual de participar na praxe consoante a sua vontade, só porque de vez em quando, e nalgumas faculdades (não na minha -IST-, não quando lá andei) há excessos e crimes cometidos? Essas situações devem ser tratadas judicialmente, há precisamente leis para protegerem as pessoas quando estas são coagidas, agredidas e molestadas. Se as praxes forem pacíficas, voluntárias e não ofensivas, não devem ser proibidas por despacho, como fez o reitor do IST. Isso é que é conservadorismo, proibir actos de liberdade individual em nome de uma ordem pública que, no caso, nem sequer estava posta em causa.

Almeida disse...

Há quem praxe pessoas...
Há quem praxe paredes...
E certamente que a razão se encontrará do lado de quem pratica actos tão vis e tão mesquinhos contra o tijolo... Porque, no fundo, esses, emboidos do verdadeiro espírito académico que consiste tão somente na nulidade de espírito, são portadores não só da razão mas também da libertação dos muros, paredes e demais reles estruturas arquitectónicas existentes...

Há quem esteja em praxe...
Há quem não saiba o que são 'as praxes'...
Os primeiros munem-se do pior que a raça humana possui, erguendo verdadeiros campos de concentração praxísticos onde seres humanos incomparavelmente mais dignos que eles, se deixam aterrorizar e envolver por uma manta mística de podridão, selvajaria e, porventura, a mais profunda das tristezas...
Os segundos organizam blogs, sites, panfletos, praxes às paredes, discursos intermináveis marcados pela magnificência dos seus intentos e pela forma abenegada com que, ao invés de lutarem por algo original que possa revolucionar a vivência estudantil no ensino superior português, preferem lutar contra valores obscuros previamente instituídos e que atentam de forma absolutamente grotesca ao bom nome de quem neles não participa!

Que mundo cruel este em que vivemos onde 'Praxe Académica' ou 'Tradições Académicas' colocam em xeque o brilhante desenvolvimento a nível social, económico e político do país e do mundo.

Estou certo que o Tribunal Internacional de Haia estaria disposto a colocar um ponto final em tal dispautério, colocando esses jovens imberbes e fúteis que arrogantemente optam pelo uso dessas tão joviais e rebeldes vestimentas pretas ao lado de tanto bom homem que mais não fez do que um ou outro genocidiozinho... À vossa atenção: talvez basta apenas 'praxarem' um pouco os muros do tribunal... Pode ser que chamem à atenção...

Um forte abraço solidário!

a favor da praxe disse...

praxar e ser praxado é um orgulho e uma satizfação.... ser caloiro é dos melhores momentos da vida académica... so não o percebe quem está demasiado envolvido consigo próprio ou quem simplesmente gosta de ser do contra....
respeito as vossas ideias mas axo que deiviam fazer o mesmo e respeitar as nossas....
e ja agora façam o que dizem e deixem as pessoas serem livres de escolher...
e se axam mesmo que a praxe n une os estudantes é porque nunca foram a uma queima das fitas....

Anónimo disse...

Caro a favor da praxe.

Sim a praxe é um orgulho, eu já passei por isso, e há imagens que ficaram na minha cabeça, pelo bom e pelo mau motivo.
eu enquanto caloiro, apanhei uma pneumonia que me poderia levar a morte, e fiquei com uma hernia nas costas na qual terei que ser operado, por um dos doutores ter saltado a pes juntos em cima de mim, e ainda como se não chegasse, gozaram comigo de não me puder por de pé.
Sbe o que digo a isso?
Pura estupidez.
E no final, por algum motivo não passei na praxe e fizeram-me gastar 200 € num traje que nunca usarei.
Agora pergunto, isso é um orgulho???
Todas as noites quanto me deito na cama e sito as dores que a medicação não consegue fazer efeito, lembro-me do tal doutor.
E se não fosse eu, a calar-me como há muitos calados, esse fulano que me tirou parte da minha saude ainda disse "Ainda bem que não disses-te nada, pq se n era bem pior".

Este é o orgulho academico.

a favor da praxe disse...

anónimo tenho a dizer lhe que ixo para mim não é praxe é tortura...
praxar é integração.... mas tb axo k a vida em si nos ensina a respeitar os outros e não é por ser a favor ou contra a praxe que somos mais ou menos respeitados... a forma como tratamos os outros tem a ver onnosco e não com o facto de estarmos a praxar ou a ser praxados... logo axo k n deve julgar a praxe por causa d uma pessoa mal formada que encontrou pela frente...

ser.r.alves disse...

A questão é que aquilo que aconteceu ao anónimo não poderia ter acontecido noutra situação se não numa situação de praxe. Pois em nenhuma outra situação um veterano salta em cima de um caloiro.

belhotte disse...

Será que o MATA vai responder em tribunal pelo crime de vandalismo para com o Património?

Era engraçado vê-lo a esgrimir os ridiculos argumentos aqui postados em Tribunal!...

José Rainho, "belhote"

WB disse...

Lamentável que o MATA use meios tão infantis e ilícitos, perdendo qualquer razão na tentativa de passar a sua mensagem.

Que é facto que muitas festas estudantis sujam ruas (e sujam muito), não é menso verdade que essas festas são feitas na legalidade, obtendo autorização para as mesmas e estando garantida a limpeza posterior.

Ora não me parece qu eo MATA tenha pedido autorização para vandalizar e muito menos que se tenha oferecido para custear a reparação daquilo que danificou.

Poderiam ter muita legitimidade na mensagem, mas perderam-na toda quando não olharam a meios para atingir os fins!

Não praxaram pessoas directamente, mas praxaram património e a sensibilidade de quem não aprecia o vandalismo.
Respondem em tribunal por um acto que é crime ou só os outros é que devem ser réus?

Sou crítico acérrimo das "praxes" e de muito praxista obtuso, mas sou-o também daqueles que, no oposto, não apresentam conduta de excelência e idoneidade.

Anónimo disse...

São estas e acções como esta que fazem com que o MATA seja um movimento, no minimo, lamentável.
Já para não falar que VOCÊS são um movimento ANTI-PRAXE e durante as praxes no ISCTE-IUL mandaram OVOS para a comissão de praxe...
Acabei de mencionar que vocês, literalmente praxaram? Eles nem um ovo nos mandaram!!
Juizo!

pedro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
pedro disse...

e lá volta a história do ovo.... grande boato que se tornou esta história, hein?

anónimo, se consultares "posts" mais recentes vais ver que essa insinuação já foi várias vezes respondida..... mas pela enésima vez, O MATA NÃO LANÇOU OVOS A NINGUÉM!!

que umbiguismo, que mania! alguém levou com os ovos em cima e disse "foi o MATA" e a partir daí as cabeças iluminadas seguiram essa ideia e até agora não se calaram, bolas.

Anónimo, já te ocorreu que quem atirou os ovos pudesse ser alguém que não curtisse a praxe, e que não seja do MATA? E já te ocorreu que essa acção poderia estar no âmbito da praxe?

E essa do "vocês literalmente praxaram" é demasiado ridícula para merecer resposta.

Bastian disse...

Todo eu a favor do M.A.T.A. mas quem pintou e pediu ou mandou que as pinturas fossem feitas... esteve mal, porque mais do que "murais" parecem pinturas duma criança da primária.

Ainda mais em propriedade pública... a sério pessoal :/

Ruca disse...

Eu gostava de emendar uns pequenos erros que andam por aqui..

1º É Arquitectura Paisagista e não Paisagística

2º Não é nesse curso que se ensinam a pintar paredes, mas sim os pintores pessoas que têm esse trabalho especifico

3º O sr. não o desenhou, projectou-o. O sr. Tomás Taveira é conhecido por andar sempre a avacalhar, não se deve levar tudo o que diz a sério.

4º Isso de partir carros e vandalizar não sei o que.. vocês não terão visto um artigo sobre os No Name Boys ou algo do género?

5º Dizerem que as pinturas nas paredes são usadas por estudantes de todo o mundo? A tradição académica é portuguesa, de Portugal, por isso fiquemos pelo nosso país. Essa forma de expressão sobre edifícios públicos, sinceramente puro vandalismo. Os artistas do graffiti já se andam a preocupar em encontrar locais apropriados para o fazerem, e vocês pimba, Universidade de Lisboa embrulha. Não têm outras formas de protesto?
E dizerem que os estudantes usam os mesmos meios, epá isso é mesmo desconhecimento puro da vida académica. O estudante académico tem a sua forma de protesto especifica, que é definida pelo diferente uso do traje nesses mesmos dias.
Para terminar este assunto, paredes que estão brancas ficam mais bonitas com mensagens?? sinceramente.. se o arquitecto que projectou o edifício quisesse que o mesmo passasse mensagens, tinha pensado nisso na altura de projectar, a Arquitectura não é para ser bonita

6º Por amor de Deus parem com a história da praxe é integração, isso é a coisa mais ridícula de todos os tempos.. Não é nem nunca foi

Finalizando, eu já disse isto uma vez ás vossas pessoas do MATA e volto a dizer, primeiro vocês deviam era ser o MAPA, porque vocês só se insurgem contra a praxe não contra a tradição académica; segundo vão tentar primeiro saber o que é a praxe e depois critiquem.

O vosso grande problema e de muitos trajados é que não sabem o que andam cá a fazer e por isso é que uns fazem merda e outros a dizem.
Por isso, por amor da santa, voltem a público apenas quando forem conhecedores de causa.


DURA PRAXIS SED PRAXIS

Anónimo disse...

Foi como o outro disse, a destruir as paredes. E vocês dissem que se pinta por cima?? quem pinta por cima vocês? não me parece e que eu saiba n aquela pedra não suposto ser pintada.

e É COM MUITO GOSTO QUE FUI PRAXADA E AGORA PRAXO!

dura praxis sed praxis